Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Cheirinho
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Irreverência
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Voltando a pensar...ou não.
É incrível a incapacidade de uma mente operária. Daquelas que fazem tudo dentro do prazo até porque tá tudo tão automatizado que não tem erro. Ahh e se mudar alguma coisa, não cabe a ela adaptar nem perceber nada. O peso da responsabilidade de precisar utilizar as diversas faculdades mentais para conseguir viver nesse mundo mais cheio de enigmas do que nossa cabeça está cheia de estresse, nem sempre é facilmente digerido. Eu mesma sinto-me jogada num conjunto de atividades repetitivas que absorvem as mais coloridas idéias que poderiam aparecer. Estou lembrando o quanto um prazo para entregar um projeto mexeu com minha capacidade de fazer as coisas bem feitas. Chega uma hora que você já não sabe mais o que é realmente importante: tempo, prazo ou resultado. Enfim, somos "obrigados" a perder de vista as verdadeiras prioridades de nossos afazeres. A prioridade da vida seria algo que não vale a pena comentar, pois é complexo demais para simplificar, mas qual é a prioridade de um projeto, de um trabalho pontual que você encontra-se absorvido em fazer?
Estou lendo um livro muito interessante para nós pensarmos um pouco na realidade e duvidarmos um pouco de nós mesmos. Trata-se de um livro que já citei antes no nesse blog. O título do livro é : "Platão e um Ornitorrinco entram num bar". Os dois primeiros tópicos abordados no livro são: metafísica e lógica. É bem interessante perceber que a realidade é composta por elementos que nem sempre podemos apreender exatamente. O que pensamos ser causa para uma coisa não tem absolutamente nada a ver com aquilo. A meu ver, o maior problema de fazermos associações erradas entre fatos e suas possíveis conseqüências é não deixarmos margens para refutações.
De hoje em diante eu quero ser questionada, quero ter refutações para o meu pensamento. As possibilidades infinitas de uma realidade devem ser expostas e expressas. Eu quero ouvir críticas e não deixar que isso destrua meu ego, mas que construa a característica de observador, analista, associativo, criativo, construtor.
