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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Marketing de experiências

É engraçado o quanto se fala nisso o tempo inteiro. É como se as pessoas fossem todas iguais e estivessem seguindo as mesmas tendências. Agora tudo é marketing de experiência, tudo é criar sensações que ficarão guardadas na memória. É bem certo que inovação é importante, mas precisamos saber para quem e como. É por isso que eu sempre achei que os publicitários deveriam ter um sociólogo na bolsa. Nem diria antropólogo porque aí já é muito luxo. 
De repente a gente esquece o princípio básico de toda ação de comunicação que é criar mensagens para determinados públicos com a inteção "x" através do meio "y". Parece que parar para pensar nas pessoas, no contexto em que elas vivem e na interação que é gerada perdeu o sentido e estão todos correndo atrás de usar a ferramenta mais nova que apareceu, mesmo que isso signifique não comunicar nada para o stakeholders. 
É por esse motivo que o marketing muitas vezes, na sua ferramenta de comunicação perde muito. Perde oportunidade de fazer a coisa certa para obter brilhantismos sem resuldados e depois, simplesmente não sabe o que aconteceu. Foi a mensagem errada, para o público errado na hora errada. E isso ainda é tão básico, mas mesmo assim cometemos tais erros.
A capacidade análitica precisa estar presente. Não podemos deixar de lado o princípio básico que a comunicação deve seguir ou então estaremos fazendo o que?

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